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Curitiba pretende transformar aterro sanitário em parque gerador de energias renováveis

Curitiba transformará seu aterro sanitário numa usina geradora de energias renováveis: a Pirâmide Solar Caximba. Foto divulgação.

Município anuncia o projeto que pretende transformar o velho Aterro da Caximba num modelo replicável de aterro sanitário sustentável.

Os aterros sanitários são versões melhoradas dos lixões. Através de um sistema de impermeabilização do solo e de um sistema de drenagem do chorume, quando não tem vazamentos, os aterros não poluem os lençois freaticos. Diferente do chorume produzido nas composteiras domésticas, (ou minhocários) que servem como fertilizante líquido, o chorume dos aterros é altamente tóxico uma vez que carrega consigo resíduos de pilhas, remédios, restos de produtos químicos e toda a sorte de coisas que a população “joga fora”.

Depois de 21 anos de atividades, o aterro de Curitiba recebeu mais de 12 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos. Mesmo tendo sido desativado em 2010, continua produzindo gás e chorume, que é drenado e passa por uma estação de tratamento de esgoto tradicional com aeradores, oxidação química e lodos ativados. Para a nossa surpresa, os efluentes passam por um pós tratamento que utiliza um sistema amplamente difundido na permacultura, a zona de raízes (ou wetlands). Até o ano de 2020, o gás produzido no processo de fermentação que ocorre no subsolo foi canalizado e jogado na atmosfera poluindo o ar da cidade.

A boa notícia vem agora: o aterro sederá espaço para um parque gerador de energias renováveis utilizando a energia do sol através de placas fotovoltáicas e também da biomassa proveniente das podas de árvores e jardins da cidade. Não tivemos acesso ao projeto para saber se o biogás gerado no aterro também será aproveitado numa pequena usina termoelétrica.

Potencial energético

Chamado de Pirâmide Solar da Caximba, a usina será implantada e operada em parceria entre a Prefeitura de Curitiba e a Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel), por meio de um Termo de Cooperação Técnica. Com capacidade de 5 M W, a produção anual de energia do aterro-usina deve gerar em torno de 18.600 MWh, volume suficiente para atender mais de 40% da demanda energética dos edifícios públicos da cidade.

Mesmo os melhores projetos de aterros sanitários geram impacto ambiental. A descentralização da gestão dos resíduos sólidos é uma saída mais eficiente e menos impactante para o meio ambiente, mas ainda requer muito investimento em conscientização ambiental. Num futuro próximo, utilizaremos nossos resíduos em casa em pequenos biodigestores, composteiras e reciclaremos o restante, a exemplo do nosso projeto da Casa Autônoma. Até que esta previsão se torne realidade, os aterros continuarão sendo necessários. Pois que sejam responsáveis e sigam o belo exemplo da capital paranaense.

Confira o pronunciamento do prefeito Rafael Greca, dia 23 de junho de 2020, após a assinatura da proposta enviada à Câmara Municipal que permite que o município crie com a Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel) uma Sociedade de Propósito Específico para implantação e operação da futura usina:

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Grupo de Estudos Casa Autônoma

Primeiro encontro Casa Autônoma

Dia 03 de março de 2020 rolou o primeiro encontro do grupo de estudos “Casa Autônoma”

O primeiro encontro do grupo de estudos Casa Autônoma foi bastante animador: mais de 20 pessoas com as mais diversas formações se reuniram afim de traçar um objetivo comum, realizar um primeiro recorte do que será foco dos nossos estudos nos próximos encontros. Foram eleitos 6 grandes temas:

  • autonomia na gestão de resíduos
  • autonomia hídrica
  • autonomia da produção de alimentos / saúde
  • autonomia energética
  • autonomia na construção e reforma de edificações
  • autonomia financeira

O primeiro assunto a ser estudado será “autonomia na gestão de resíduos” e foi escolhido por não requerer nenhuma reforma estrutural na casa habitada por famílias que buscam autonomia que pode ser alcançada através de algumas mudança de hábitos.

A partir de agora começamos a organizar os conhecimentos no tema e em breve teremos aqui publicações sobre o assunto, com atalhos para quem busca seguir conosco nessa caminhada.

Foi levantada também a necessidade do debate sobre os princípios éticos que nortearão os estudos e sobre a adaptação da metodologia de design da permacultura para a realidade urbana, assuntos que poderão gerar encontros específicos para serem aprofundados.


Primeiro encontro Casa Autônoma
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Casa Autônoma

A Casa Autônoma é um novo conceito de residência: uma casa que aproveita a luz do sol para gerar energia elétrica, a água da chuva para abastecimento o ano todo, trata seu esgoto reaproveitando a água e gerando gás para a cozinha, em suma, uma casa que na sua melhor performance, não depende de concessionárias.

A idéia do projeto surgiu em 2014 durante o início da “crise hídrica” que deixou bairros inteiros da cidade sem abastecimento de água durante vários dias consecutivos. As torneiras secas motivaram o Vinicius Pereira a realizar os primeiros rascunhos da casa autônoma, que inicialmente contemplavam somente a autonomia hídrica. Foi após a conclusão do seu PDC (curso de design em permacultura) que o primeiro desenho completo do conceito foi para o papel. 

O objetivo do conceito Casa Autônoma é oferecer aos seus habitantes opções de escolha, rumo a uma vida mais sustentável, respeitosa com o meio ambiente. Autonomia portanto não quer dizer independência. Quer dizer produção de abundância e gestão eficiente dos recursos disponíveis. Uma residência autônoma pode captar toda a água que necessita para o seu consumo humano, ou somente para o consumo das suas plantas. Pode gerar energia elétrica para atender as demandas locais ou, conectada à rede, pode distribuir o excesso de energia produzida e atender a outras casas parceiras.

autonomia não quer dizer independência, mas poder de escolha.

Entendendo a casa como um organismo vivo, identificamos 5 principais fluxos energéticos a serem atendidos:

  1. gestão dos resíduos sólidos
  2. captação de água de chuva, saneamento e reúso
  3. geração e armazenamento de energia elétrica
  4. produção de biogás
  5. produção de alimentos, fármacos, cosméticos e produtos de limpeza naturais

Atender a todas essas necessidades da casa requer um planejamento permacultural eficiente, integrando uma série de tecnologias sustentáveis como as cisternas, filtros biológicos, biodigestores, sistemas fotovoltáicos e de aquecimento solar da água, composteiras, hortas em caixotes, sistemas de hidroponia, enfim, uma série de técnicas interconectadas que procuram reproduzir ciclos fechados, imitando os padrões da natureza.

Mas para conseguir produzir em abundância e realizar uma gestão eficiente dos recursos disponíveis, não é necessaria somente tecnologia: a parte mais importante do projeto é a reprogramação dos hábitos de consumo dos seus habitantes, não se fazendo necessaria portanto nenhuma reforma para começar a viver autonomamente.

 

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Enzima do Lixo

Entenda o que é “enzima do lixo” e como os restos de alimento da sua cozinha podem se transformar em produtos de limpeza eficientes e saudáveis para quem faz, para quem usa e para os rios da sua cidade.

https://www.youtube.com/watch?v=4MD4Pg6jM9M

Imagine transformar as cascas de frutas e restos de hortaliças da sua cozinha num produto de limpeza ecológico, capaz não só de colaborar com a limpeza da sua casa mas também com a despoluição dos rios. Isso existe? Sim. Com vocês, a enzima do lixo!

Desenvolvida na Tailândia pela doutora Rosukon Poompanvong, a “Garbage Enzyme” ou enzima do lixo é resultado de mais de 30 anos de pesquisa e, segundo a sua criadora, a enzima é a ferramenta mais acessível para que as pessoas comuns possam colaborar com a redução do aquecimento global. Reconhecida em 2003 pelos seus incríveis resultados na agricultura orgânica pelo Gabinete Regional da Tailândia, Bangcoc, da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, a Dra Rosukon e seus discípulos difundem a enzima pelo mundo afora.

Resumindo a conversa, a enzima do lixo é uma solução orgânica produzida através da fermentação de hortaliças frescas e/ou resíduos de cascas de frutas, açúcar mascavo e água. Sua criadora, a Dra. Rosukon, diz que a fermentação cria cadeias naturais de proteínas, sais minerais e enzimas. Ela explica que o processo catalítico durante a produção da enzima do lixo gera gás ozônio, O3, que reduz o dióxido de carbono na atmosfera e metais pesados nas nuvens que aprisionam o calor, o que mitiga o aquecimento global. 

Para que serve a enzima do lixo?

Usos domésticos:

Em casa, a enzima do lixo pode ser usada para: lavar louça, lavar o chão, o vaso sanitário, para lavar roupas e atualmente o autor deste texto as está testando como condicionador de cabelo (substituindo o vinagre).

Uso na agricultura:

Diluído numa proporção de 1 para 1000, a enzima do lixo pode enriquecer o solo e ajudar a deixar a sua horta adubada e feliz.

Enzima Cítrica: qual a diferença?

Adaptação brasuca da enzima do lixo, a enzima cítrica foi a solução encontrada pela permacultora Claudia Visoni para dar fins as cascas de frutas cítricas que não podem ir para o minhocário.

“Cascas de laranja e limão não vão bem em minhocário e nem em composteira de podas de jardim, se forem numerosas. Procurando o que fazer com esse resíduo aprendi num curso de permacultura a enzima, que adaptei para apenas os cítricos. O restante dos restos de vegetais da cozinha composto”.

As enzimas produzidas exclusivamente com o uso de cascas de cítricos tem, além do poder enzimático, o poder de solver a gordura de um componente especial presente nas suas cascas: o terpeno. Super eficiente, é utilizado inclusive pela indústria dos produtos de limpeza como a Krest que faz diversos produtos como desinfectante multiuso, limpa vidros, limpa estofados, limpa Inox e alumínio, e até um limpa pichação, usado pela concessionária CCR na limpeza de placas de sinalização da Via Dutra.

A escritora Neide Rigo também usa o terpeno das cascas da laranja que saem da sua cozinha para fazer seu desengordurante caseiro. Ela simplesmente bate as cascas com água no liquidificador, coa e voala, temos um produto de limpeza ecológico instantâneo. No seu blog ela diz:

Peguei um pano seco, umedeci com a solução e passei. Esfreguei só um pouco e a gordura se dissolveu.  Aí me empolguei e comecei a limpar fogão, lavar tuperwere engordurado, lavar toda a louça. Incrível!

A agricultora e chefe de cozinha Thais Ferreira, da Roça Diadorim, também produz as suas enzimas cítricas com os restos de cozinha que não vão para o minhocário e para dar um cheirinho especial, ela inclui folhas de citronela, lavanda, alecrim, cravo e canela durante o processo de fermentação, garantindo um cheiro super gostoso e calmante para os seus produtos de limpeza que também atuam como repelente.

Receita: Como fazer enzima do lixo?

Muito simples. Separe 3 partes de restos de cozinha (cascas de frutas e/ou hortaliças), uma parte de açúcar mascavo e 10 partes de água. Misture tudo e deixe fermentar durante 3 meses.

Durante o primeiro mês, você vai precisar abrir a garrafa todos os dias e sentirá cheiro de álcool, liberado na fermentação. No segundo mês, você deve sentir um cheiro ácido, proveniente do ácido acético. No terceiro mês você quase não notará a produção de gases. Neste período os compostos minerais e vitaminas continuarão se quebrando até a constituição da enzima.

Se fizer somente com cascas de cítricos obterá enzima cítrica, super cheirosa. Se fizer com cascas de outras frutas e também somar hortaliças à sua fermentação, obterá a enzima do lixo, que não tem um cheiro tão gostosinho como a cítrica mas, por possuir uma diversidade maior de alimentos para as enzimas durante a fermentação, consegue ser ainda mais poderosa do que a sua irmã cheirosinha.

Validade: as enzimas do lixo ou as cítricas tem validade indeterminada. Depois de prontas, podem ser armazenadas por 10, 20 anos. Quanto mais tempo em fermentação, mais eficiente se torna a enzima. Nos primeiros meses ela se alimenta dos alimentos mais simples. Com o passar do tempo restam somente partículas menores e mais complexas, fazendo com que a enzima precise aprender a quebrá-las tornando-se portanto mais eficiente a cada dia.

Enzimas cítricas em estágio de fermentação.
Enzimas cítricas em estágio de fermentação.

Importante: faça a sua enzima numa garrafa de plástico. Durante as primeiras semanas de fermentação a produção de gás é muito intensa e, caso você se esqueça de abrí-la sua garrafa pode estourar!

Quer saber mais sobre a enzima do lixo?
Confira os posts de referência abaixo:

http://conectarcomunicacao.com.br/blog/148-meus-produtos-de-limpeza/

Se você fala inglês, umas boas referências nos links abaixo:

http://www.enzymesos.com/what-is-eco-enzyme/how-to-use-eco-enzyme

 

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II Festival da Jóia

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Dias 26, 27 e 28 de julho vai rolar o II Festival da Jóia: mutirões, expedição às nascentes, oficinas de permacultura e shows pela regeneração do nosso espaço público.

No final do ano passado aconteceu na Praça Mario Perussi o I Festival da Jóia. Durante o encontro, permacultores dos 4 cantos da cidade se reuniram onde ficava a antiga Favela da Jóia numa série de ações de regeneração do espaço público. Na primeira edição do festival foram regeneradas duas nascentes, plantados alguns canteiros agroecológicos e foi grafitado o velho muro cinza, transformado num lindo painel com uma floresta ocupando a favela (a história do lugar).

Esse ano teremos mutirões de limpeza, compostagem e preparação dos canteiros nos dias 26 e 27 de julho e no domingo dia 28 teremos a nossa grande festa! Confira a programação:

10h – visita às nascentes
11h – oficina de tinta de terra (para adultos e crianças)
14h – Show do grupo Cordão da Terra
15h – Show da Orquestra de Berimbaus
16h – Show do Bando de Seu Pereira

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Curso de agrofloresta sintrópica com Bento Cruz em São Paulo.

Dias 17 e 18 de agosto vamos transformar uma praça de pinheiros durante o primeiro curso do Bento na capital paulista.

Bento Cruz virá para São Paulo realizar sua primeira formação numa praça pública num centro urbano. A idéia é que este seja o primeiro de muitos cursos de formação de agroflorestadores residentes em cidades grandes, interessados em transformar a aridez urbana em abundância.

Temas abordados:

  • Princípios e processos da agricultura Sintrópica.
  • Exercício de leitura da paisagem e interações ecológicas.
  • compostagem e nutrição do solo
  • Ferramentas e equipamentos
  • Exercício de poda
  • Ecofisiologia das principais espécies usadas em agroflorestas.
  • Arranjos e croquis de plantio de agrofloresta.
  • passo a passo de plantio.

Programação:

Dia 17: das 9h às 17h
Dia 18: das 8h às 13h. Caso o plantio não seja concluído até este horário, o curso será estendido até às 16h.

Local:

Praça General Oliveira Álvares –
Jardim das Bandeiras, São Paulo – SP, 05436-110
A praça fica entre as ruas Abegoária e João Moura, pertinho do metrô vila madalena.

https://www.instagram.com/torraozinhoagroecologico/

Investimento:

O valor do investimento é de R$ 100 para os dois dias de curso e o depósito deve ser realizado o mais brevemente possível para viabilizar a data na disputadíssima agenda do Bento.

Bradesco
Agencia 2799-5
Conta POUPANÇA 1013586-9
Aline Reis Cardoso Vieira
CPF: 329.949.418-05

Informações importantes:

Quem tiver ferramentas: enxada, enxadão, rastelo, carrinho de mão, cadeira ou almofada, esteira para sentar, levem!
Traga seu próprio copo e sua garrafinha de água, camiseta de manga comprida (ou protetor solar) e chapéu.

Organização

Este curso está sendo produzido pela artista e permacultura Aline Reis. Não tem fins de lucro. Sua única intenção é trazer a agrofloresta para a cidade e colaborar para o enverdejamento dos espaços públicos. Dúvidas? Trate diretamente com ela:

Aline Reis – 11-95602-3151

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VIII Vivência no Jardim Agroecológico

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Próxima vivência: 10/08/2019

O jardim agroecológico é orgânico, regenerativo, sem venenos ou insumos químicos. Considera o ser humano parte integrante da natureza e segue os princípios da permacultura e agroecologia: cuidar da terra, cuidar das pessoas, compartilhar saberes e colheitas, cuidar do futuro.

Cultivar um jardim que imita os processos da natureza é curar um pedacinho do planeta. Os pedacinhos somados resultam no mundo abundante que sonhamos juntos.

O que permanece para além da nossa existência? Que memória iremos imprimir em nossa passagem pela Terra?

Criar um jardim agroecológico é uma forma de manifestar nosso desejo de permanência da vida.

Durante uma tarde, os participantes irão mergulhar num jardim desenhado a partir da dinâmica da água da chuva e que segue a sabedoria da natureza.

www.jardimagroecologico.com.br

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Curso de Introdução à Agrofloresta com Nâmaste Messerschmidt

Dias 26, 27 e 28 de agosto haverá o primeiro curso de Agrofloresta realizado no bairro de Pinheiros em São Paulo, por Namastê Messerschmidt.

1o dia: Introdução aos Princípios da Agrofloresta

Aula teórica de explicação dos conceitos base da implantação e manejo de uma agrofloresta, essenciais para o planejamento e manutenção da produção, e troca de aprendizados com experiências práticas. Serão vistos os seguintes princípios durante as aulas do primeiro dia:

Estratos: ​como as plantas se comportam no espaço, considerando a quantidade e qualidade de luz que as plantas necessitam para se desenvolver com saúde.

Sucessão natural: como as plantas se comportam ao longo do tempo – quanto tempo elas demoram para atingir o seu ciclo completo de vida ou até alcançar a maturidade no seu estrato.

Cobertura do solo: a importância de manter um solo sempre coberto com matéria orgânica e como planejar um sistema para que ele se mantenha coberto.

Consórcios: como ​combinar as plantas em uma agrofloresta, e​xplicação e exemplificação de como fazer esta combinação.

2o dia: Planejamento de Plantio e Aula Prática

Os alunos receberão instruções de como planejar um consórcio de espécies em um sistema agroflorestal aplicando os princípios da agrofloresta – estratos, sucessão e cobertura de solo – tratados no dia anterior. Haverá um exercício prático de planejamento de um sistema, avaliando qual o objetivo do produtor em termos de quantidade e produtos a serem produzidos, considerando todas as variáveis da sua propriedade: clima, qualidade do solo, nivelamento do terreno, posicionamento com relação ao sol, etc. Após os planejamentos serem apresentados e discutidos iniciará a implantação da área, com: preparo de solo, cobertura do solo e plantio.

Preparo do Solo: Será explorado o tema de como fazer o preparo do solo adequado para as espécies a serem plantadas e a área a ser implantada. Entender quais as características do solo onde se implantará o sistema agroflorestal, entender como e quando necessita preparo e como usar o sistema agroflorestal para poder recuperá-lo ao longo do tempo.

Cobertura do Solo: ​Será explorado que tipo de cobertura é mais adequada para as espécies a serem plantadas (mais ou menos triturada), como obter a matéria orgânica para cobertura do solo no início do sistema e cobrir canteiros onde será implementada a agrofloresta.

Plantio: ​Implantação prática em campo do planejamento de plantio.

3o dia: Aula Prática, Sistematização e Encerramento

Continuação da implantação da área.

Manejo: Explicação teórica, demonstração e aplicação prática de técnicas de poda e manejo da área em suas diferentes fases.

Sistematização das práticas: ​Revisão e reforço do que foi praticado em campo – dinâmica em grupo.

Programação:

Dias 26, 27 e 28/08/2019 das 9h às 16h

Local:

Praça General Oliveira Álvares –
Jardim das Bandeiras, São Paulo – SP, 05436-110
A praça fica entre as ruas Abegoária e João Moura, pertinho do metrô vila madalena.

Investimento:

O valor do investimento é de R$ 100 para os dois dias de curso e o depósito deve ser realizado o mais brevemente possível para viabilizar a data.

Bradesco 
Agencia 2799-5
Conta POUPANÇA 1013586-9 
Aline Reis Cardoso Vieira 
CPF: 329.949.418-05

Informações importantes:

Quem tiver ferramentas: enxada, enxadão, rastelo, carrinho de mão, cadeira ou almofada, esteira para sentar, levem! 
Traga seu próprio copo e sua garrafinha de água, camiseta de manga comprida (ou protetor solar) e chapéu.

Organização

Este curso está sendo produzido pela artista e permacultura Aline Reis. Não tem fins de lucro. Sua única intenção é trazer a agrofloresta para a cidade e colaborar para o enverdejamento dos espaços públicos. Dúvidas? Trate diretamente com ela:

Aline Reis – 11-95602-3151

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Reporter ECO

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Kombi Zeolina com gerador de hidrogênio


Nossa querida kombi Zeolina estrelou no programa Repórter Eco da TV Cultura. Graças ao seu gerador de hidrogênio, ela polui menos e economiza gasolina como explica a reporter Cláudia Tavares. Mostram o tra A reportagem apresenta também o Bando de Seu Pereira, trabalho musical de um dos integrantes do Permacultores, o cisterneiro Vinicius Pereira. Sua música fala das águas e dos nossos antepassados, dos imigrantes. Escute sem moderação em http://biscoitodobando.com  

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Manejo de lagoas urbanas: Praça Victor Civita

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No mês de novembro de 2018 o coletivo Permacultores Urbanos foi contratado para o manejo da lagoa da Praça Victor Civita. Para cumprir a tarefa foram convocados 3 integrantes: Andrea Pesek, Vinicius Pereira e Léo Tannous. Fizeram uma bela poda paisagística na lagoa, contendo o excesso de plantas aquáticas e oferecendo espelho d’água para a luz do sol. Toda a biomassa proveniente da poda foi utilizada na cobertura dos canteiros da horta da praça, pelos amigos do coletivo Pé de Feijão. Foram introduzidas também novas espécies aquáticas como o “pinheirinho d’água”, a “alface d’água” e o papiros gigante. Foram também manejadas algumas espécies encontradas na própria praça, que agora também fazem parte da flora da lagoa. A lagoa da Praça Victor Civita é o último estágio do sistema de saneamento ecológico do edifício, ou seja, todo o esgoto do prédio é tratado de forma responsável e neste último estágio a água já se encontra cristalina, sem cheiro e precisa receber então a luz do sol, para que os raios UV ajudem a terminar de eliminar os patógenos presentes na água tratada. Os peixes, as plantas e toda a biodiversidade, assim como os contratantes, ficaram felizes. Felizes também estamos nós com mais uma lagoa manejada com amor e carinho pelos Permacultores Urbanos. Confira o vídeo!

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