Como instalar um Kit de Hidrogênio Veicular

Existem uma série de fatores determinantes para o sucesso de uma instalação de um kit de hidrogênio veicular. Confira as principais dicas para a adaptação do seu veículo.

Introdução – Motor carburado X motor injetado

Os carros mais antigos, que possuem carburadores para o controle da combustão são os mais fáceis de se acertar. O motivo é simples: como não possuem computadores, sensores e injeção eletrônica de combustível, a regulagem do ponto do motor é feita de maneira simples, regulando com a mão um giclê para controlar a quantidade de gasolina que vai ao motor, e com um simples controlador PWM regulamos a anperagem do gerador e assim a quantidade de gás HHO que será injetado no motor do carro.

Já nos carros fabricados a partir de 1995, ou seja, os carros com injeção eletrônica, a coisa é mais complexa, pois para acertar o ponto do motor é preciso trabalhar em conjunto com a central eletrônica do carro, que possui uma série de sensores e programações que originalmente não foram feitas para identificar o hidrogênio e reduzir o envio de gasolina para os bicos injetores e portanto promover a economia do combustível original. Para os carros injetados os kits são mais complexos e podem envolver além do kit básico mais uma pulsadora e um controlador de EFI.

1 – A escolha do kit gerador de hidrogênio ideal para o seu carro

Para escolher o kit ideal para o seu carro você precisa levar em consideração:

  • o motor é carburado ou injetado
  • quantas cilindradas tem o motor (ex. 1000 cilindradas ou 1.0)

Para carros carburados o kit precisa conter:

2 – A qualidade do gás produzido

Dependendo da amperagem utilizada pelo gerador, a temperatura do processo fica elevada, gerando vapor (água em estado gasoso) junto com o HHO (gás hidrogênio e oxigênio frutos da eletrólise). Com vapor misturado ao gás a eficiência do reator é menor, gerando um gás de qualidade ruim, com vapor d`água misturada ao gás resultante da eletrólise. O indicado é trabalhar com uma faixa de amperagem de no máximo 5A. Acima deste valor teremos altos índices de temperatura e portanto vapor junto com o HHO.

3 – A quantidade de gás enviada para o motor.

Quanto mais hidrogênio no motor, maior a economia. Correto? Não! Existe um cálculo estequiométrico que diz que para cada 1000 cilindadras do motor são nescessários aproximadamente 350ml de gás hidrogênio por minuto. É uma quantidade relativamente pequena de gás, mas suficiente para promover a queima integral da gasolina original.

4 – Sobre o eletrólito

Dependendo do eletrólito escolhido, podemos gerar mais ou menos HHO, mas junto com esse gás teremos também outros subprodutos enviados ao motor, que podem danificar o seu veículo. Não utilize soda cáustica (NaOH). Altamente corrosivo, o subproduto da eletrólise com este agente químico vai gerar corrosão de partes internas do motor e poluir o meio ambiente.

Aprenda neste post como preparar a fórmula de eletrólito desenvolvida pelo grupo HHO Experts. Segundo nossos testes a eficiência deste eletrólito é enorme e não gera danos ao motor do seu carro. Este composto químico deve ser adicionado a água que será utilizada para a eletrólise (geração de hidrogênio) pelo seu reator (gerador).

5 – O ponto de injeção de gás

Mangueiras instaladas após o filtro de ar podem ser o motivo da não obtenção de economia. Por se tratar de uma zona de muita turbulência de ar, o hidrogênio não consegue se misturar a contento com o ar na entrada do motor e por este motivo temos perda de eficiência. Como cada carro é único, não existe uma fórmula padrão. Mas temos percebido que os melhores resultados são obtidos com a instalação da mangueira antes do filtro de ar do carro. Este ponto pode variar entre cada modelo diferente de carro, por isso são necessários alguns kilômetros em testes para encontrar o ponto ideal.

 

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