Publicado em

10º – Use e valorize a diversidade

O que acontece quando acaba a água na sua casa? Você fica sem, certo? Quando aplicamos direitinho os princípios do planejamento permacultural, a resposta é outra. Sem a água da rua, usaremos a água da chuva. O permacultor quando planeja a sua morada pensa sempre nisso: todos os recursos importantes da casa precisam ter pelo menos duas fontes diferentes. Se você tem uma fonte só e ela acaba, você fica sem. Se você tem pelo menos duas, tem um plano B.

Outro exemplo são as fontes de energia elétrica: não adianta ter só um sistema fotovoltáico e não ter um plano B. Três dias nublados consecutivos podem acabar com a sua autonomia. Será que não vale a pena então termos uma ligação com a concessionária para emergências? Uma mini turbina eólica? Passa um rio na propriedade? Além do sistema solar, será que não vale a pena termos também uma mini hidrelétrica?

 

Produção de alimentos

É por isso que monocultura não tem nada a ver com a permacultura. A gente gosta é dos sistemas agroflorestais: um monte de plantas juntas ocupando o mesmo espaço, exatamente como na floresta. Em cada momento do ano, alguma coisa diferente está frutificando. Em consórcios como a milpa (milho, feijão e abóbora) o milho serve de suporte para o feijão subir, que por sua vez libera nitrogênio que a abóbora, forrageira, que vai deixar o solo coberto e úmido para as outras, adora!

Sim, agrofloresteiros experientes vão usar muito mais de 3 plantas em seus canteiros. A observação dos ciclos naturais vai permitir que o agrofloresteiro misture dezenas de plantas no seu canteiro, atraindo uma biodiversidade imensa de insetos, pássaros e outros animais que vão dispersar sementes pela área toda, em troca de uma parte da produção.

Agrofloresta fonte: agroecologia.org.br

Não é uma beleza, uma biodiversidade imensa se beneficiando de um plantio? Uma biodiversidade imensa se beneficiando do seu açude que é apenas um dos seus sistemas de amarzenamento de águas? É a diversidade que garante a resiliência dos sistemas. Quem coloca todos os ovos numa cesta só, quando leva um tombo perde tudo.

 

Conheça os 12 princípios do planejamento permacultural:

01- Observe e Interaja - princípios da permacultura

1º – Observe e interaja

O primeiro dos 12 princípios da permacultura nos convida a conhecer muito bem o ambiente para o qual vamos planejar antes de começarmos a atuar.

2º – Capte e armazene energia

Um dos trabalhos mais importantes do permacultor é identificar os resursos acessíveis em seu local de atuação. A água da chuva, por exemplo acessível durante

3º – obtenha rendimento

O terceiro princípio do planejamento permacultural é “obtenha rendimento”. Será que o que David Holmgren estava querendo dizer é que o nosso trabalho deve gerar dinheiro?

5º – Use e valorize os serviços e recursos renováveis

Quando falamos sobre recursos renováveis, tradicionalmente pensamos na energia solar, na energia eólica, até a força das marés já são utilizadas na geração de energia elétrica. Mas aqui neste post nós vamos ampliar um pouco esse conceito.

6º – Não produza desperdícios

Quando a gente começa a fazer permacultura, passamos a perceber que tudo pode ser encarado como recurso. Com esse novo olhar, começamos a buscar maneiras de usar e reusar tudo, às últimas consequências.

7º – Projete dos padrões aos detalhes

Este princípio nos convida a observarmos o nosso espaço de fora para dentro. Primeiro vamos olhar para o macro, para o local onde estamos inseridos, o bioma, os ciclos, as características que pertencem à região como um todo para a partir de então, olharmos para as especificidades da terra para qual estamos planejando (projetando).

8º – Integrar ao invés de segregar

O oitavo princípio do planejamento permacultural nos convida a refletirmos sobre o velho conceito de independência. Será que é isso que buscamos no design permacultural?

9º – Use soluções pequenas e lentas

Quem tem pressa, além de comer cru, dá um monte de mancada nos seus afazeres, não é mesmo? O nono princípio do planejamento permacultural reforça que os sistemas pequenos e lentos são mais fáceis de manter do que os grandes, fazendo melhor uso dos recursos locais e produzindo resultados mais sustentáveis.

10º – Use e valorize a diversidade

Quem tem pressa, além de comer cru, dá um monte de mancada nos seus afazeres, não é mesmo? O nono princípio do planejamento permacultural reforça que os sistemas pequenos e lentos são mais fáceis de manter do que os grandes, fazendo melhor uso dos recursos locais e produzindo resultados mais sustentáveis.

Publicado em

9º – Use soluções pequenas e lentas

Recém formado no meu PDC, queria emplementar todos os sistemas que aprendi no curso em minha casa. Já tinha cisternas e composteiras em casa, mas queria tudo: instalar um biodigestor, o aquecimento solar, a leira de compostagem para as folhas do quintal, o telhado verde, tratamento de águas cinzas, ampliar a área da horta, estava ávido por mudar tudo de uma vez.

Acontece que cada sistema tem necessidades específicas, que você só entende, a partir do momento em que começa a usar. E a gente leva um tempo para se adaptar. Erramos no processo e tudo isso faz parte do nosso aprendizado. Como não tinha dinheiro para obras, comecei as ações em casa produzindo a famosa enzima cítrica.

Não queria investir no açúcar mascavo, então fiz várias levas com açúcar branco. Obviamente não fermentou tão bem quanto as primeiras com o ingrediente da receita original. Buscando outras formas de economizar, tentei usar rapadura. Também não fermentou tão bem. Cada teste desses levou meses para me oferecer um resultado. Depois de um ano de práticas, teimando contra a receita original, afim de economizar dinheiro entendi que o negócio não era encontrar um ingrediente mais barato para a minha receita e sim um fornecedor mais barato para o ingrediente com a qualidade adequada.

Ao invés de instalar sistemas novos, decidimos mudar hábitos que não requerem reforma: substituímos as buchas sintéticas por buchas vegetais. Já havíamos substituído os produtos de limpeza pelas enzimas (que levaram um ano para ficarem realmente boas), as vassouras de plástico pelas de palha e então chegamos nas buchas. Um passo por vez, com tempo para nos adaptarmos.

Cinco anos depois de formado, com todos os aprendizados de todos os sistemas instalados em casa começamos a nossa produção de alimentos no sistema de aquaponia. Se estivéssemos aprendendo tudo ao mesmo tempo, não conseguiríamos dar a devida atenção ao processo o que poderia custar a vida dos peixes.

Um sistema por vez, um aprendizado por vez. Passos pequenos e lentos garantem que você consiga fazer todas as mudanças desejadas na sua vida de forma orgânica, consistente, sustentável. 

Observando os padrões no seu espaço, o que você encontra? Eles te inpiram de alguma maneira? Poderia algum deles se transformar numa intervenção no seu lugar? 

Bom trabalho de observação, até o próximo princípio de planejamento permacultural! 

Conheça os 12 princípios do planejamento permacultural:

01- Observe e Interaja - princípios da permacultura

1º – Observe e interaja

O primeiro dos 12 princípios da permacultura nos convida a conhecer muito bem o ambiente para o qual vamos planejar antes de começarmos a atuar.

2º – Capte e armazene energia

Um dos trabalhos mais importantes do permacultor é identificar os resursos acessíveis em seu local de atuação. A água da chuva, por exemplo acessível durante

3º – obtenha rendimento

O terceiro princípio do planejamento permacultural é “obtenha rendimento”. Será que o que David Holmgren estava querendo dizer é que o nosso trabalho deve gerar dinheiro?

5º – Use e valorize os serviços e recursos renováveis

Quando falamos sobre recursos renováveis, tradicionalmente pensamos na energia solar, na energia eólica, até a força das marés já são utilizadas na geração de energia elétrica. Mas aqui neste post nós vamos ampliar um pouco esse conceito.

6º – Não produza desperdícios

Quando a gente começa a fazer permacultura, passamos a perceber que tudo pode ser encarado como recurso. Com esse novo olhar, começamos a buscar maneiras de usar e reusar tudo, às últimas consequências.

7º – Projete dos padrões aos detalhes

Este princípio nos convida a observarmos o nosso espaço de fora para dentro. Primeiro vamos olhar para o macro, para o local onde estamos inseridos, o bioma, os ciclos, as características que pertencem à região como um todo para a partir de então, olharmos para as especificidades da terra para qual estamos planejando (projetando).

8º – Integrar ao invés de segregar

O oitavo princípio do planejamento permacultural nos convida a refletirmos sobre o velho conceito de independência. Será que é isso que buscamos no design permacultural?

9º – Use soluções pequenas e lentas

Quem tem pressa, além de comer cru, dá um monte de mancada nos seus afazeres, não é mesmo? O nono princípio do planejamento permacultural reforça que os sistemas pequenos e lentos são mais fáceis de manter do que os grandes, fazendo melhor uso dos recursos locais e produzindo resultados mais sustentáveis.

10º – Use e valorize a diversidade

Quem tem pressa, além de comer cru, dá um monte de mancada nos seus afazeres, não é mesmo? O nono princípio do planejamento permacultural reforça que os sistemas pequenos e lentos são mais fáceis de manter do que os grandes, fazendo melhor uso dos recursos locais e produzindo resultados mais sustentáveis.

Publicado em

7º – Projete dos padrões aos detalhes

Este princípio nos convida a observarmos o nosso espaço de fora para dentro. Primeiro vamos olhar para o macro, para o local onde estamos inseridos, o bioma, os ciclos, as características que pertencem à região como um todo para a partir de então, olharmos para as especificidades da terra para qual estamos planejando.

As vezes as árvores nos impedem de ver a floresta.

Sobre os padrões

Se você parar para observar com cuidado, vai perceber que a natureza está cheia de padrões. E atentando-se a eles, perceberás que linha reta é coisa rara na natureza. Perdoem-me os terraplanistas, mas nem no horizonte temos uma linha reta. Repare no desenho dos rios, das folhas, das árvores, das montanhas, sempre sinuosos, muitas vezes espiralados, ou circulares. 

Vamos tomar como exemplo o nosso famoso Rio Pinheiros, aqui em São Paulo: no seu trajeto original, nosso rio era cheio de curvas, irrigava a maior área possível e todo o seu entorno. Quanto mais longo o seu percurso, maior a área que um rio consegue hidratar.  Retificado, o rio percorre o caminho mais curto possível. Mas esse não é o desejo das águas, é o desejo dos automóveis.

Acontece que não há obra de engenharia capaz de conter os desejos d’água: durante o período mais pesado das chuvas nós teremos inundações. As águas querem área de várzea, inundar as planícies distribuindo os nutrientes que carregam, levando a vida mais longe. 

Olhando de fora, um design apropriado para o urbanismo paulistano incluiria um enorme parque linear ao longo dos nossos rios, permitindo à população gozar do contato com as águas e com o verde durante o outono, inverno e primavera e no verão, nosso parque seria inundado, como acontece todos os anos com as áreas de várzea. Um design apropriado não luta contra a natureza, a observa, compreende e propõe interações que aproveitam as suas características cíclicas, os seus padrões que, queiramos ou não, se repetirão a cada repetição do ciclo.

 

 

Parque Linear Fiat Lux. Desenho de Eduardo Pizarro

Observando os padrões no seu espaço, o que você encontra? Eles te inpiram de alguma maneira? Poderia algum deles se transformar numa intervenção no seu lugar? 

Bom trabalho de observação, até o próximo princípio de planejamento permacultural! 

Conheça os 12 princípios do planejamento permacultural:

01- Observe e Interaja - princípios da permacultura

1º – Observe e interaja

O primeiro dos 12 princípios da permacultura nos convida a conhecer muito bem o ambiente para o qual vamos planejar antes de começarmos a atuar.

2º – Capte e armazene energia

Um dos trabalhos mais importantes do permacultor é identificar os resursos acessíveis em seu local de atuação. A água da chuva, por exemplo acessível durante

3º – obtenha rendimento

O terceiro princípio do planejamento permacultural é “obtenha rendimento”. Será que o que David Holmgren estava querendo dizer é que o nosso trabalho deve gerar dinheiro?

5º – Use e valorize os serviços e recursos renováveis

Quando falamos sobre recursos renováveis, tradicionalmente pensamos na energia solar, na energia eólica, até a força das marés já são utilizadas na geração de energia elétrica. Mas aqui neste post nós vamos ampliar um pouco esse conceito.

6º – Não produza desperdícios

Quando a gente começa a fazer permacultura, passamos a perceber que tudo pode ser encarado como recurso. Com esse novo olhar, começamos a buscar maneiras de usar e reusar tudo, às últimas consequências.

7º – Projete dos padrões aos detalhes

Este princípio nos convida a observarmos o nosso espaço de fora para dentro. Primeiro vamos olhar para o macro, para o local onde estamos inseridos, o bioma, os ciclos, as características que pertencem à região como um todo para a partir de então, olharmos para as especificidades da terra para qual estamos planejando (projetando).

8º – Integrar ao invés de segregar

O oitavo princípio do planejamento permacultural nos convida a refletirmos sobre o velho conceito de independência. Será que é isso que buscamos no design permacultural?

9º – Use soluções pequenas e lentas

Quem tem pressa, além de comer cru, dá um monte de mancada nos seus afazeres, não é mesmo? O nono princípio do planejamento permacultural reforça que os sistemas pequenos e lentos são mais fáceis de manter do que os grandes, fazendo melhor uso dos recursos locais e produzindo resultados mais sustentáveis.

10º – Use e valorize a diversidade

Quem tem pressa, além de comer cru, dá um monte de mancada nos seus afazeres, não é mesmo? O nono princípio do planejamento permacultural reforça que os sistemas pequenos e lentos são mais fáceis de manter do que os grandes, fazendo melhor uso dos recursos locais e produzindo resultados mais sustentáveis.

Publicado em

1º – Observe e interaja

01- Observe e Interaja - princípios da permacultura

Antes de arregaçar as mangas, pegar a enxada e sair arrepiando o terreno, pare e observe o ambiente com o qual pretende interagir. Quando conhecemos o espaço, o bioma, o clima de um lugar, estamos prontos para tomar a primeira atitude que a permacultura nos ensina: planejar. Quem procurou por cursos de permacultura encontrou os populares PDCs. A sigla em inglês resume Permaculture Design Course. Em português quer dizer Curso de Desenho (ou Planejamento) Permacultural.

Não é à toa que o primeiro princípio do planejamento seja a observação. É impossível se realizar um bom planejamento permacultural sem antes conhecer muitíssimo bem a dinâmica natural, os ciclos do lugar. Qual o clima do seu espaço? Faz frio o ano todo? Será então que aquela mangueira que você ganhou do seu amigo vai bem por aí? Aquele seu desejo de plantar palmito, aí no alto das montanhas, será uma boa ideia? Quais as plantas mais comuns por aí, você já as conhece? E os pássaros? Qual o regime de chuvas da região? As nascentes diminuem muito no período de estiagem? Será inteligente pensar em cavar açudes? Essas e muitas outras respostas surgem da observação. Os designers mais experientes dizem que é importante observar um local por pelo menos um ano antes de iniciar o planejamento, ou seja, ter vivido pelo menos uma vez cada uma das 4 estações.

Princípio aplicado a uma residência na cidade

Já no meio urbano, tomemos como exemplo uma família que acaba de se mudar para uma casa e pretende fazer uma horta no pequeno quintal: com muros por todos os lados e sombreada também pela enorme casa de dois andares, o frio quintal recebe pouco tempo de sol. Mudaram-se no verão e percebem que o corredor lateral é o local com maior incidência solar. Quebram o piso de concreto de toda a lateral da casa, plantam de tudo na época de chuvas e tem uma primeira colheita satisfatória. Alguns meses depois surge o primeiro problema: o sol do inverno não chega até o chão e todas as plantas se entristecem. Mas as paredes do muro ainda recebem sol, aparentemente o ano todo. Será que um sistema de hidroponia não seria mais apropriado para a produção de alimentos nesse corredor? Ou será que a laje da garagem (onde eles nunca subiram para observar) não seria o local mais apropriado para se produzir alimentos nessa casa?

Outra possibilidade para quem vive nos centros urbanos são as praças públicas, os linhões das concessionárias de energia e de água, ou até terrenos baldios abandonados. Existem diversas possibilidades “marginais” aguardando a intervenção de pequenos grupos de vizinhos interessados em se reconectar com a terra. Observando o seu bairro, você descobrirá outras possibilidades de locais e também grupos de pessoas às quais associar-se pode ser uma boa pedida. Mais uma vez, observemos.

Princípio aplicado ao urbanismo

 

Quantas São Paulos vemos nessa foto? Observar requer a escuta de diversos pontos de vista para o planejamento em situações de super adensamento populacional.

O recurso natural mais abundante numa cidade grande é o recurso humano, as pessoas. Portanto “observar” neste meio significa não somente olhar para a movimentação social, mas ouvir as pessoas e entender através da escuta as suas necessidades, crenças, hábitos culturais para a partir de então pensar num planejamento para este grupo, neste local específico.

Cada comunidade possui características geográficas, políticas, sociais e culturais específicas e por esse motivo a observação caso a caso se faz imprescindível. Um bairro habitado por uma população com grande concentração de renda possui características específicas. A poucos metros dali, quiçá distanciados pela presença de um muro, temos outra população com renda e hábitos culturais muito diferentes. Se faz super necessária a observação de ambos os lados para poder se delinear um projeto de design capaz de integrar ao invés de segregar as pessoas. Certamente as bordas, no caso esse muro, seria um elemento importantíssimo no nosso planejamento.

Outros pontos de vista

Ouçamos agora a experiente Julhiana Costal, integrante do coletivo Arboreser, que há muitos anos pratica a permacultura urbana e produz alimentos na sua casa na Zona Norte de São Paulo.

Conheça os outros princípios do planejamento permacultural

01- Observe e Interaja - princípios da permacultura

1º – Observe e interaja

O primeiro dos 12 princípios da permacultura nos convida a conhecer muito bem o ambiente para o qual vamos planejar antes de começarmos a atuar.

2º – Capte e armazene energia

Um dos trabalhos mais importantes do permacultor é identificar os resursos acessíveis em seu local de atuação. A água da chuva, por exemplo acessível durante

3º – obtenha rendimento

O terceiro princípio do planejamento permacultural é “obtenha rendimento”. Será que o que David Holmgren estava querendo dizer é que o nosso trabalho deve gerar dinheiro?

5º – Use e valorize os serviços e recursos renováveis

Quando falamos sobre recursos renováveis, tradicionalmente pensamos na energia solar, na energia eólica, até a força das marés já são utilizadas na geração de energia elétrica. Mas aqui neste post nós vamos ampliar um pouco esse conceito.

6º – Não produza desperdícios

Quando a gente começa a fazer permacultura, passamos a perceber que tudo pode ser encarado como recurso. Com esse novo olhar, começamos a buscar maneiras de usar e reusar tudo, às últimas consequências.

7º – Projete dos padrões aos detalhes

Este princípio nos convida a observarmos o nosso espaço de fora para dentro. Primeiro vamos olhar para o macro, para o local onde estamos inseridos, o bioma, os ciclos, as características que pertencem à região como um todo para a partir de então, olharmos para as especificidades da terra para qual estamos planejando (projetando).

8º – Integrar ao invés de segregar

O oitavo princípio do planejamento permacultural nos convida a refletirmos sobre o velho conceito de independência. Será que é isso que buscamos no design permacultural?

9º – Use soluções pequenas e lentas

Quem tem pressa, além de comer cru, dá um monte de mancada nos seus afazeres, não é mesmo? O nono princípio do planejamento permacultural reforça que os sistemas pequenos e lentos são mais fáceis de manter do que os grandes, fazendo melhor uso dos recursos locais e produzindo resultados mais sustentáveis.

10º – Use e valorize a diversidade

Quem tem pressa, além de comer cru, dá um monte de mancada nos seus afazeres, não é mesmo? O nono princípio do planejamento permacultural reforça que os sistemas pequenos e lentos são mais fáceis de manter do que os grandes, fazendo melhor uso dos recursos locais e produzindo resultados mais sustentáveis.